Uroginecologia

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Uroginecologia 2018-07-17T02:03:14+00:00

Uroginecologia

  • Médica Graduada na UnB
  • Especialista em Ginecologia e Colposcopia
  • Pós Graduação em Prática Ortomolecular na Medicina (PUC)
  • Extensa Formação Acadêmica no Brasil e Exterior
  • Adepta da Medicina Integrativa
  • Mais de 25 Anos Dedicados ao Atendimento da Mulher

Trata distúrbios como a incontinência urinária

Cuidado com a saúde da mulher que vai além do consultório

(61) 3443 – 4444

As mulheres durante a sua vida podem apresentar duas patologias que causam extremo desconforto:

Infecção do trato urinário (ITU):

Quando ocorre um episódio isolado e melhora completamente com o medicamento prescrito (geralmente pelo médico da emergência) o problema está solucionado. Entretanto algumas mulheres apresentam vários episódios em meses. Essas pacientes apresentam ITU de repetição. Nesse caso é imprescindível consultar médico especializado que estabeleça um tratamento apropriado para e cada caso com orientação sobre os hábitos, medicamentos, vacinas e hormônios. O objetivo é evitar novas infecções e que haja o comprometimento dos rins.

Incontinência Urinária de Esforço:

Algumas mulheres apresentam perda involuntária da urina ao tossir, espirrar ou outros esforços. Algumas perdem inclusive durante a relação sexual. Ocorrem perdas predominantemente noturnas e, em outros casos, ocorre a perda por urgência em chegar ao banheiro.
Existem quatro causas principais de perdas urinárias:

  • Anatômicas: perda da sustentação da bexiga.
  • Hormonais: perda da qualidade dos tecidos vaginais e vesicais
  • Muscular: perda da força de contração dos músculos perineais.
  • Funcionais: quando os nervos e músculos envolvidos na micção não atuam coordenadamente

Existem vários tratamentos eficazes para tratar a Incontinência Urinária

  • Medicamentos
  • Cirurgia
  • Fisioterapia

Para identificar a causa ou causas da perda urinária é necessário uma consulta detalhada e um exame físico minucioso. Depois alguns exames gerais e específicos da função vesical complementam os dados para o diagnóstico. Depois de feito o diagnóstico o melhor tratamento para o seu caso é indicado.

Dúvidas Frequentes

É um quadro que se caracteriza por dor pélvica relacionada ao enchimento vesical, em geral associado a frequência urinária elevada, ocorrendo geralmente em mulheres.

Não se sabe a causa desta doença e, por consequência, tanto o diagnóstico quanto o tratamento são difíceis. O objetivo do tratamento dessas pacientes é o controle da dor e a melhora da qualidade de vida. Não é uma doença grave ou que tenha alguma consequência séria em termos de saúde.

As abordagens terapêuticas objetivam melhorar a dor por meio de uma série de medidas que vão desde mudanças dietéticas até implante de eletrodos sacrais (uma forma de marca-passo de bexiga).

Existem três tipos de incontinência:
– Incontinência urinária de esforço: quando há perda de urina ao tossir, rir, fazer exercício, etc.
– Incontinência urinária de urgência (urge-incontinência): ocorre quando há súbita vontade de urinar e a pessoa não consegue chegar a tempo ao banheiro.
– Incontinência urinária mista: associação os dois tipos anteriores.

Causas

Genética, hormonais, envelhecimento, tabagismo, bexiga hiperativa, lesões medulares ou doenças do sistema nervoso, etc.
Sabe-se que 35% das mulheres após a menopausa sofrem de incontinência urinária ao fazer algum esforço e 40% das mulheres gestantes vão apresentar um ou mais episódios de incontinência urinária durante a gestação ou logo após o parto. Entre os homens, cerca de 5% daqueles submetidos à cirurgia para retirada da próstata também podem apresentar o problema.

Prevenção

A prevenção à doença se faz através de exercícios para o fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico. Os exercícios consistem em contrair os músculos do assoalho pélvico por 10 segundos e depois relaxá-los por 10 segundos (exercícios de Kegel). Estes exercícios devem ser repetidos 10 vezes, em três sessões diárias. O fortalecimento destes músculos é importante para o controle da micção.

Tratamentos

É importante ressaltar que a perda involuntária de urina não é um achado normal do envelhecimento e que há tratamentos eficazes, que buscam devolver a qualidade de vida ao paciente.
Os tratamentos consistem em exercícios do assoalho pélvico, medicamentos e cirurgias. Para os casos de bexiga hiperativa ainda outras opções, como a administração de toxina botulínica diretamente no músculo da bexiga ou a estimulação elétrica dos nervos pélvicos (implante de um “marca-passo” para a bexiga).

Existem pacientes (em geral, mulheres) que possuem predisposição ao desenvolvimento de infecções urinárias (cistites). Não se sabe ao certo as razões dessa predisposição, mas parece estar relacionada a falhas nas defesas naturais da bexiga ao ataque bacteriano (falta de anticorpos na luz vesical, falha nos mecanismos naturais de defesa da bexiga como pH, camadas protetoras intravesicais…)

Essas pacientes desenvolvem quadros de cistite (dor uretral intensa à micção, micções freqüentes e em pequenas quantidades, urgência miccional e às vezes, sangramento urinário) com muita frequência. O termo ITU de repetição se aplica a quem tem três ou mais infecções por ano.

Dra. Ana Luiza Rios

Médica formada pela Universidade de Brasília (UNB).
Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. TEGO: 047/94.

  • Membro da Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
  • Membro da Sociedade Brasileira de Genitoscopia
  • Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina
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