Tratamento HPV Com Laser

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Tratamento HPV Com Laser 2018-07-17T02:02:02+00:00

Tratamento HPV Com Laser

Tratamento eficaz para HPV

  • Médica Graduada na UnB
  • Especialista em Ginecologia e Colposcopia
  • Pós Graduação em Prática Ortomolecular na Medicina (PUC)
  • Extensa Formação Acadêmica no Brasil e Exterior
  • Adepta da Medicina Integrativa
  • Mais de 25 Anos Dedicados ao Atendimento da Mulher

Cuidado com a saúde da mulher que vai além do consultório

(61) 3443 – 4444

As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são muitas e, a cada ano, estão se tornando mais frequentes entre homens e mulheres. Muitas vezes nós não nos prevenimos contra as DST por desconhecimento ou descaso.

Uma das consequências da DST é a alta incidência de câncer de colo uterino, sendo que é a segunda neoplasia feminina mais frequente. A gravidade desta doença propiciou estudos realizados por clínicas ginecológicas do mundo todo. Nestes estudos verificou-se que o Vírus do Papiloma Humano (HPV) está presente em mais de 95% dos casos de câncer do colo uterino e em 26% a 50% no câncer peniano. Entretanto, os cuidados no diagnóstico e tratamento no homem devem ser iguais aos tomados no caso da mulher, por tratar-se de uma DST e pelo fato do homem poder ser um transmissor assintomático.

O tratamento das lesões por HPV na mulher e no homem utilizando LASER de CO2 (ou Érbio) apresenta a vantagem de ser o único método que pode ser utilizado com anestesia local, sem contato direto com a lesão (pouco risco de contaminação cruzada), baixíssima taxa de infecção por ser bactericida e não deixa cicatrizes na imensa maioria dos casos.

Na presença de condilomas acuminados óbvios (verrugas) estes não somente devem ser retirados como deve ser feita ablação em varredura com LASER na pele vulvar normal circundante para diminuir o risco de recidiva.

O LASER de CO2 é o único tratamento da infecção do HPV que pode ser utilizado em todas as localizações no trato genital: vulva, vagina, colo uterino, ânus, meato uretral e períneo. O LASER de CO2 é amplamente utilizado nos países desenvolvidos, sendo que no Brasil os estados de São Paulo e Rio de Janeiro são os que concentram o maior número de equipamentos para uso em Ginecologia.

Em Brasília nossa clínica é pioneira em disponibilizar essa tecnologia com os inegáveis benefícios para os pacientes, muitos dos quais já tentaram outros tratamentos sem sucesso.

Dúvidas Frequentes

Clínico, peniscopia e captura híbrida. Clinicamente é uma lesão verrucosa e comumente chamada de “Crista de Galo”. A peniscopia é o envolvimento da região genital com uma toalha umedecida com ácido acético a 5%, podendo revelar verrugas subclínicas que aparecem como áreas esbranquiçadas. Captura híbrida é um exame feito por meio de um escovado peniano e uretral com o objetivo de buscar a presença do DNA do vírus HPV – atualmente é o exame mais sensível para este diagnóstico.
As verrugas visíveis podem ser tratadas através de cauterização química com algumas substâncias dentre elas a podofilina, criocirurgia, eletrocauterização ou tratamento com laser. O único objetivo realista do tratamento local na infecção por HPV é remover verrugas visíveis e reduzir quaisquer sinais e sintomas que um paciente possa apresentar por causa da infecção na verruga. A cura definitiva ainda não é possível.
Essa é uma questão muito importante e merece algumas considerações:

  1. Ao eliminar as lesões HPV induzidas com algum tipo de cauterização, estamos estimulando o sistema imunológico na eliminação do vírus.
  2. A eliminação das lesões pode prevenir a sua transmissão.
  3. A infecção pelo HPV é uma DST e como tal deve ser diagnosticada e tratada, além de aproveitarmos a oportunidade para pesquisar outras DST, avaliar e tratar os parceiros contaminados.

Este é um tema que vem sendo abordado ultimamente e existem trabalhos evidenciando que o tratamento do parceiro não interfere na evolução de sua companheira, e outros trabalhos, em que o tratamento do parceiro e o uso de condon diminuem as recidivas. Sem dúvida nenhuma no caso em que o casal tenha apenas relações sexuais entre si fica mais difícil explicar o maior índice de recidiva, pois estarão envolvidos os mesmos tipos virais e a imunidade de cada um é que irá determinar a evolução da doença. Como é difícil termos certeza que o casal é monogâmico a abordagem do parceiro não está invalidada, além do mais, o parceiro pode apresentar outra DST associada, e como portador de uma DST deve ser avaliado e tratado o mais precoce possível.

Dra. Ana Luiza Rios

Médica formada pela Universidade de Brasília (UNB).
Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. TEGO: 047/94.

  • Membro da Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
  • Membro da Sociedade Brasileira de Genitoscopia
  • Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina
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