Climatério e menopausa

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Climatério e menopausa 2018-07-17T02:02:09+00:00

Climatério e Menopausa

Tratamento das disfunções sexuais e
da perda da libido associadas ao envelhecimento

  • Médica Graduada na UnB
  • Especialista em Ginecologia e Colposcopia
  • Pós Graduação em Prática Ortomolecular na Medicina (PUC)
  • Extensa Formação Acadêmica no Brasil e Exterior
  • Adepta da Medicina Integrativa
  • Mais de 25 Anos Dedicados ao Atendimento da Mulher

Cuidado com a saúde da mulher que vai além do consultório

(61) 3443 – 4444

  • Transição hormonal do climatério.
  • Tratamento dos sintomas de hipoestrogenismo (menopausa) com controle do peso e da massa magra.
  • Tratamento das disfunções sexuais e da perda da libido associadas ao envelhecimento.
  • Tratamento da perda de urina associada à diminuição dos hormônios.
  • Reposição hormonal individualizada de segura

A partir dos 45 anos a maioria das mulheres começa a perceber mudanças no ciclo e no fluxo menstrual, na lubrificação vaginal e nos sintomas de tensão pré-menstrual.

Essas mudanças refletem a insuficiência gametocítica (diminuição do número de óvulos ou gameta feminino) e insuficiência hormonal. O fenômeno básico é a diminuição dos folículos primordiais ao longo da vida. Ao nascer, os ovários possuem cerca de um a dois milhões de folículos; quando ocorre a primeira menstruação (menarca) 400.00 e entre os 35 e os 37 anos, 25.000 e próximo à menopausa (perimenopausa) restam apenas cerca de 1.000 folículos.

Com a queda do número de folículos, instala-se a insuficiência gametocítica e, depois, a insuficiência hormonal (progesterona primeiro e depois estrogênio).

Os ciclos menstruais se tornam mais curtos (polimenorréia) ou mais prolongados (oligomenorréia) e a quantidade do fluxo pode ser mais abundante (hipermenorréia) ou escassa (hipomenorréia).

A menopausa ocorre entre os 40 e 55 anos; antes dos 40, é dita prematura (precoce) e, após os 55 anos, tardia.

O diagnóstico baseia-se no quadro clínico ou em dosagens hormonais.

A reposição hormonal para tratamento dos sintomas da menopausa e para a atrofia genital pode ser prescrita com melhoria da qualidade de vida da mulher. A decisão é sempre da paciente depois de uma consulta ginecológica completa incluindo todos os exames necessários de sangue e de imagem como mamografia, ultrassonografia transvaginal, densitometria óssea etc.

Dependendo da fase do climatério a reposição hormonal e segura pode ser feita somente com Progesterona ou progestagênios, apenas com Estrogênio associado ou não aos progestagênios podendo também ser utilizado Androgênios. Os tratamentos são individualizados variando nas vias de administração (oral, transdérmica ou vaginal); na dosagem; na combinação de hormônios e na duração do tratamento.

É possível que, no futuro, a ótima seleção dos pacientes passe por testes genéticos (polimorfismo genético e do metabolismo do Estrogênio).

No momento atual da medicina o diálogo franco com a médica, o exame físico, os exames laboratoriais e os exames de imagem norteiam a terapia hormonal que pode se utilizada com segurança.

A Dra. Ana Luiza participa anualmente de cursos (Harvard School Of Medicine) e congressos internacionais para verificar a eficácia e os benefícios das terapias hormonais, não hormonais e fitoterápicas no tratamento da menopausa. Essa atualização contínua permite que ela esteja “up to date” em tudo que se refere à Endocrinologia Ginecológica.

Dúvidas Frequentes

Terapia de Reprodução Hormonal (TRH) é o tratamento indicado para as mulheres em menopausa e climatério e consiste em medicá-las com os hormônios femininos, já que os produzidos pelo seu organismo já são insuficientes para manter a estrutura feminina sem a sintomatologia descrita acima. Assim, as mulheres que têm útero podem ser medicadas com a combinação de estrógeno e progesterona – pois o estrógeno isolado estimula o crescimento do endométrio (camada glandular interna do útero), podendo ocasionar o aparecimento de câncer do corpo uterino. Já nas mulheres histerectomizadas (que retiraram o útero) se faz reposição hormonal somente com estrógeno.
Ela está indicada para todas as mulheres com sintomatologia que compromete a qualidade de vida. É contraindicada nos casos de doença hepática ou renal grave, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, câncer de mama, câncer urogenital, diabetes descompensadas, hipertensão arterial não controlada, sangramento vaginal não identificado, doença hepática aguda, mioma uterino, endometriose e calculose biliar.
A mulher na menopausa tem como evento tardio a osteoporose pela perda de cálcio e alteração da microarquitetura óssea. Nesse caso, recomenda-se fazer reposição hormonal, tomar cálcio, vitamina D e sol, além de praticar exercícios físicos e usar os alendronatos (substância que previne perda óssea), caso não possa fazer a reposição hormonal.
Realmente é uma queixa comum, e diversos fatores interferem para isso, como a falta de hormônio e o mito da velhice assexuada. Nesses casos, a reposição hormonal pode favorecer a mulher, principalmente se associada ao andrógeno (hormônio masculino), para retomar a vida sexual com satisfação.
A menopausa causa fenômenos psicológicos e vasomotores que interferem na vida emocional. Se forem muito acentuados, além da terapia hormonal, pode-se fazer uso de antidepressivo e psicoterapia.

Dra. Ana Luiza Rios

Médica formada pela Universidade de Brasília (UNB).
Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. TEGO: 047/94.

  • Membro da Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
  • Membro da Sociedade Brasileira de Genitoscopia
  • Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina
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